Comentários da Lição da Escola Sabatina

O DOM DE PROFECIA

Quarto Trimestre de 2026


Lição 6 – Os escritos proféticos

Destaques do Pastor Eber Nunes #lesadv

A escrita é a maneira mais eficaz para solidificar uma informação. Após o dilúvio, resultado de séculos de pecado e levando em conta que a capacidade mental estava diminuindo, Deus pediu que Moisés escrevesse Sua vontade para Seu povo. Assim Moisés se tornou o primeiro escritor bíblico, escrevendo o livro de Jó e posteriormente os cinco primeiros livros da Bíblia.

Segundo Daniel Block, um estudioso do AT, o processo profético de transmissão da mensagem de Deus ocorria em sete fases distintas, porém interligadas:

O profeta recebia a mensagem divina por meio de alguma forma de revelação;

O profeta transmitia inicialmente essa mensagem de forma oral ao seu público;

A mensagem era registrada por escrito;

O profeta acrescentava as circunstâncias históricas à mensagem transcrita, a fim de contextualizá-la para o público e torná-la uma unidade literária completa;

O profeta reunia essas unidades literárias;

As mensagens, organizadas em unidades literárias, eram editadas e estruturadas em um livro coeso;

Era acrescentado um cabeçalho formal ao livro, identificando o profeta, explicando as circunstâncias de seu ministério e descrevendo o gênero da coleção (Daniel I. Block, The Book of Ezekiel, Chapters 1–24, The New International Commentary on the Old Testament [Eerdmans, 1997], 18).

Todo esse processo envolvia atividades horizontais pelas quais o Espírito Santo capacitava os profetas bíblicos a preservar e dar continuidade à revelação originalmente recebida. Assim, desde a proclamação oral até a redação das Escrituras, Deus tem falado aos seres humanos. O processo de iluminação é a maneira pela qual Deus capacita, hoje, os leitores das Escrituras a compreender Sua Palavra e a receber Sua mensagem de forma pessoal.

O chamado para escrever

Por que Deus orientou que Suas mensagens fossem escritas (Êx 34:27)?

A escrita preserva a revelação. A mensagem oral alcança inicialmente aqueles que a ouvem. A mensagem escrita pode alcançar pessoas de diferentes lugares, culturas e gerações. Deus ordenou que Suas mensagens não ficassem limitadas às pessoas que as ouviram originalmente: “Escreve isto para memória num livro” (Êx 17:14);

Para que creiamos que Jesus é o Filho de Deus. “Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus” (Jo 20:30 e 31);

Porque embora a criação mostre as digitais do Criador, ela não diz muito a respeito do caráter, dos sentimentos e propósitos desse Criador, então Deus resolveu tornar esses aspectos mais claros e permanentes na forma de um livro divino-humano, escrito por pessoas inspiradas pelo Espírito Santo (2Pe 1:21);

Para ensinar as gerações futuras por meio das experiências e dos erros do passado. “Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos” (1Co 10:11). A escrita transforma experiências do passado em orientações para o presente;

Para orientar o Seu povo ao longo da história. “Escreve, pois, as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois destas” (Ap 1:19);

A escrita permite que a revelação seja examinada. Por isso, os ensinamentos espirituais devem ser examinados à luz da Bíblia;

O registro escrito permitiu que as futuras gerações estudassem, meditassem e fossem corrigidas pela Palavra de Deus;

Apesar de ter sido escrita por dezenas de autores diferentes, em três continentes e ao longo de cerca de 1500 anos, a fixação escrita garantiu que a mensagem central sobre o plano redentor de Deus permanecesse coesa, sem contradições e protegida de alterações.

Deus falou no deserto (Moisés);

Deus falou no palácio (Daniel);

Deus falou na prisão (Jeremias e Paulo);

Deus falou no exílio (Ezequiel);

Deus falou em uma ilha (João).

Os lugares eram diferentes, as circunstâncias eram diferentes, as experiências eram diferentes, mas a origem da mensagem era a mesma: Deus.

Gêneros e estilos literários

Quando você abre sua Bíblia é como se você estivesse entrando numa livraria com suas dezenas de estantes e prateleiras cheias de livros. Em geral, esses lugares organizam os livros por gêneros literários como estantes de suspense, romance, poesia, história e muito mais. Cada livro das Escrituras tem um estilo literário predominante, e saber qual estilo se está lendo ajuda a compreender melhor o texto.

Os principais gêneros literários encontrados na Bíblia são:

Narrativa (Gênesis a Ester).

As narrativas são histórias que narram a ação de Deus na história humana, elas têm personagens (Abraão, Davi), cenários (Egito, deserto, Jerusalém) e tramas que apresentam desafios e intervenções divinas;

As histórias bíblicas não são meros relatos históricos, mas interpretações teológicas da história, evidenciando o caráter de Deus e Sua aliança com o povo;

As narrativas revelam quem Deus é, Seu plano para a redenção e como Ele se relaciona com Seu povo. Elas inspiram fé e nos desafiam a ver nossa história pessoal como parte do plano maior de Deus.

Poesia (Jó a Cantares).

Essa é uma das formas mais expressivas de comunicação.

A poesia hebraica é diferente do estilo ocidental que adota métrica e rima. Ela é marcada pelo paralelismo entre duas linhas ou mais. Paralelismo é um modo de expressar as relações entre ideias, majoritariamente usado por comparação ou contraste. O paralelismo pode ser sinonímico (repetição de ideias semelhantes), antitético (contraste entre ideias) ou sintético (expansão de uma ideia);

A poesia reflete sobre a vida, abordando temas como justiça, sofrimento, propósito e mortalidade.

Leis (Êxodo, Levítico e Deuteronômio).

Esse gênero estabelece os fundamentos da vida em comunidade para Israel;

Leis apodíticas: Declarações gerais, como os dez mandamentos;

Leis casuísticas: Regras baseadas em casos específicos, muitas vezes introduzidas por expressões como “Se... então”;

A lei foi dada para revelar a santidade de Deus, a necessidade de pureza do povo e seu papel como uma nação santa.

Profecias (Isaías a Malaquias mais o Apocalipse).

Os profetas serviam como porta-vozes de Deus, anunciando Sua vontade e revelando eventos futuros;

Nesse gênero temos muitas mensagens de advertência, repreensão, consolo e chamados ao arrependimento, promessas de restauração e esperança para o fiel. São usados muitos símbolos para ilustrar mensagens espirituais;

A profecia não apenas antecipava eventos futuros, mas interpretava a realidade à luz da aliança divina, confrontando a desobediência e oferecendo esperança;

A literatura apocalíptica foi escrita para encorajar os crentes em tempos de perseguição, apontando para a soberania de Deus e a certeza da vitória final.

Evangelhos. Este é um gênero literário dedicado a registrar a vida, os ensinamentos, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, combinando narrativa, discursos e parábolas (Mateus, Marcos, Lucas e João).

Cartas apostólicas. Estas cartas foram escritas para atender às necessidades específicas das igrejas e indivíduos.

As epístolas ensinam verdades fundamentais do evangelho e sua aplicação à vida cotidiana. Elas tratam de questões teológicas, éticas e relacionais;

Alguns outros livros podem conter este gênero, mas, em geral são breves citações dentro de uma narrativa.

A hermenêutica adventista ressalta que identificar esses estilos evita erros de interpretação como ler uma linguagem altamente poética ou simbólica de forma literal, ou ignorar o propósito histórico e contextual de um mandamento ou narrativa.

Assistentes literários

No NT, é comum que autores tenham usado amanuenses (secretários) para escrever em grego ou organizar cartas (Rm 16:22);

Paulo ditou a sua carta mais profunda e teológica. O próprio assistente se identifica no final do texto: “Eu, Tércio, que escrevi esta carta” (Rm 16:22);

Pedro, cujo idioma nativo era o aramaico, utilizou um secretário com excelente domínio do grego para redigir sua primeira carta: “Por meio de Silvano, a quem considero irmão fiel, eu vos escrevi resumidamente” (1Pe 5:12);

“Se Paulo, que ficava totalmente à vontade com o grego, utilizava secretários, como as evidências mostram, é ainda mais lógico pensar que Pedro, cuja língua nativa era o aramaico, teria feito o mesmo. Esses secretários podem ter exercido definitiva influência na formulação dessas cartas em grego” (CBA, vol. 5, p. 173);

O próprio Jesus escolheu doze discípulos que Dele aprenderam seus ensinos para que, após sua morte, viessem a praticar tudo o que lhes ensinara;

Os livros do Evangelho de João e Apocalipse possuem estilos literários dessemelhantes. O livro de Apocalipse foi construído numa estrutura grega “frouxa”, enquanto o Evangelho de João se conforma aos padrões literários clássicos. O Comentário Bíblico Adventista crê ser aceitável a diferença linguística entre Apocalipse, que teria sido escrito em Patmos por João, e o Evangelho, escrito com a assistência de um ou mais correligionários em Éfeso.

O uso de assistentes literários é um recurso bem documentado para a produção de textos sagrados desde o AT. Profetas como Jeremias usaram escribas, a exemplo de Baruque, que registrou as palavras do profeta em um rolo (Jr 36:4).

O conceito geral é que:

Há múltiplas formas pelas quais o Espírito Santo guiou os autores bíblicos (Hb 1:1), incluindo o uso de assistentes literários;

Deus inspirou a mente do profeta (através de visões, sonhos ou pensamentos). O mensageiro humano, o profeta, expressou essa verdade divina usando seu próprio vocabulário, cultura e estilo. O assistente corrigiu a gramática, eliminou as repetições e organizou o texto para a publicação, sem alterar a mensagem original;

O uso desses auxiliares não invalidava a inspiração divina; eles ajudavam na redação, organização ou tradução/transcrição da mensagem recebida pelo profeta;

Vários comentaristas defendem a ideia de que tais assistentes tenham modificado algum escrito, mas estas afirmações não passam de especulações.

Ellen White usou vários assistentes literários, ela chegou a afirmar que lia do princípio ao fim tudo que era copiado, para ter certeza de que tudo estava como devia estar. “Leio todos os originais dos livros antes de serem enviados para o prelo” (ME, vol. 3, p. 90).

A teologia adventista defende que a mensagem, o conteúdo e a substância profética vêm de Deus, enquanto os assistentes auxiliavam na organização gramatical, compilação e edição literária, sem alterar a essência do pensamento original.

Fontes literárias

Há múltiplas formas pelas quais o Espírito Santo guiou os autores bíblicos (Hb 1:1), incluindo o uso de pesquisa histórica, em que os autores liam, estudavam, compilavam e editavam materiais já existentes, tanto inspirados quanto não inspirados, enquanto Deus, de maneira providencial, supervisionava todo o processo;

O empréstimo literário é evidente ao longo das Escrituras: Moisés adotou estruturas literárias do Antigo Oriente Próximo. Ele escreveu: “Darás vida por vida, olho por olho, mão por mão, pé por pé” (Dt 19:21), contudo, mesmo antes disso encontramos no Código de Hamurabi: “Se um cidadão destruir o olho do filho de outro cidadão, seu olho será destruído. … Se um cidadão faz com que caia o dente de outro cidadão, far-se-á com que seu dente também caia”;

Esdras incluiu cópias de cartas e decretos reais relacionados a Jerusalém e à Pérsia (Ed 4–7), e Neemias menciona listas genealógicas, as quais encontrou e incorporou em sua narrativa (Ne 7:5-72);

“Más conversações corrompem os bons costumes” (1Co 15:33). Esse pensamento de Paulo foi extraído do comediógrafo grego Menandro, que viveu três séculos antes da era cristã. Não há evidências de inspiração divina no poeta grego, nem de que Paulo tenha recebido esse ditado por meio de revelação divina. O pensamento que aparece em Tito 1:12 é de Epimênides, um cretense que viveu cerca de seis séculos antes de Paulo. Em Atos 17:28, Paulo citou Arato, poeta do século III a.C.;

No Apocalipse de João há imagens que também aparecem no chamado “Livro de Enoque”, uma obra não canônica (e que não foi escrita por esse profeta);

Miqueias fez alusões a Isaías;

Salomão incorporou provérbios de outros sábios;

Os escritores dos evangelhos, como Mateus e Lucas, estruturaram seus relatos, muito provavelmente, com base em Marcos;

João utiliza expressões da filosofia grega, como logos (“Verbo” ou “Palavra”), porém ressignificando-as teologicamente;

No evangelho de Lucas o próprio autor menciona ter organizado seu relato a partir de investigação cuidadosa. Lucas não adquiriu suas informações através de visões ou sonhos, mas através de sua própria pesquisa. O que Lucas escreveu não era original, mas era fidedigno. Deus guiou Lucas no uso das fontes corretas. Uma das fontes de Lucas foi um registro genealógico dos ancestrais de Cristo. Em Lucas 3:23-27 há uma série de nomes que não se encontram em nenhuma outra parte da Bíblia. Sem dúvida, Lucas encontrou esses nomes fielmente preservados nos arquivos do templo (1Cr 9:1);

Alguns autores bíblicos estavam tão familiarizados com fontes extrabíblicas, que acabaram refletindo-as em seus escritos. O mesmo ocorre com os pregadores: a originalidade absoluta, na verdade, não existe. Refletimos as fontes de conhecimento da nossa cultura e da nossa formação educacional. Assim, ideias extraídas de comentários, dicionários ou dos escritos de Ellen White, por exemplo, surgem em nossos sermões e podem ser facilmente identificadas. Alguns evangelistas utilizam títulos e estruturas de apresentação idênticos aos de outros, que, por sua vez, também refletem fontes de terceiros. Alguém chegou a dizer que, se alguém utiliza as ideias de um único autor, é considerado um plagiador; mas, se realiza uma pesquisa e cita 20 autores, é visto como alguém erudito.

A originalidade não é uma condição ou teste indispensável para a inspiração.

A teologia adventista entende que a inspiração divina guiou os autores em relação à mensagem e às verdades espirituais, mas permitiu que usassem seu próprio estilo literário, vocabulário e, quando necessário, pesquisas e fontes históricas humanas.

Todo o bem que pode surgir do pensamento humano provém, em última análise, do Originador da verdade: Deus.

Mensagem divina e imperfeições humanas

Deus não usou os profetas como máquinas de escrever ou robôs mecânicos. Em vez disso, Ele inspirou a mente e os pensamentos dos mensageiros, que expressaram essas verdades usando suas próprias palavras, estilos literários, formais ou poéticos, e limitações culturais ou de vocabulário. “A união do divino com o humano, manifestada em Cristo, existe também na Bíblia. As verdades nela reveladas são inspiradas por Deus; contudo, são expressas por palavras de homens e adaptadas às necessidades humanas.” (TPI, vol. 5, p. 747).

A declaração de Paulo em 2 Coríntios 4:7 destaca o contraste entre o poder extraordinário de Deus e a fragilidade dos instrumentos humanos: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que se veja que a excelência do poder provém de Deus, não de nós.” Essa imagem nos lembra de que os mensageiros de Deus, embora escolhidos divinamente, são falíveis. A Bíblia contém episódios nos quais profetas e apóstolos demonstraram limitações pessoais; ainda assim, seus escritos transmitem a verdade inspirada de Deus.

As Escrituras são divinamente guiadas, apesar das limitações da memória humana, da linguagem e dos registros históricos. Algumas aparentes discrepâncias podem resultar de variações nas fontes utilizadas ou de erros posteriores de copistas, como se observa nas diferenças entre 1 Crônicas 11:11 e 2 Samuel 23:8. O próprio Paulo pode ter mencionado um detalhe de forma imprecisa em 1 Coríntios 10:8 (compare com Nm 25:9). Contudo, tais variações não diminuem a autoridade das Escrituras. A essência da mensagem de Deus permanece intacta, e, por meio do estudo diligente e da fé, é possível discernir Sua verdade para além de pequenas diferenças textuais.

Os escritos de Ellen White

O método empregado por Ellen White para transmitir a mensagem de Deus variava de acordo com a natureza da revelação e com o público a que se destinava. Ela comunicava as instruções de Deus principalmente por três meios: (1) as apresentações orais, (2) as cartas pessoais e (3) a página impressa;

Ellen White frequentemente se dirigia a grandes audiências em igrejas locais, reuniões campais e assembleias da Associação Geral, nas quais compartilhava mensagens de advertência, encorajamento e instrução. Em algumas ocasiões, enquanto pregava, ela reconhecia pessoas que tinha visto em visão, o que a levava a dirigir-se diretamente a elas durante a exposição. Nessas situações, sentia um forte impulso para transmitir advertências ou conselhos específicos, demonstrando sua sensibilidade à orientação do Espírito Santo em seu ministério público;

As cartas pessoais eram outro meio essencial pelo qual Ellen White comunicava suas mensagens. Como não podia encontrar-se pessoalmente com cada indivíduo, ela frequentemente escrevia cartas detalhadas transmitindo conselhos específicos de Deus, repreensões ou encorajamento. Essas cartas eram elaboradas com cuidado e oração, levando em conta como a mensagem seria recebida. Em casos nos quais a pessoa pudesse resistir ou interpretar mal uma mensagem direta, ela por vezes confiava a terceiros a entrega da carta em mãos, assegurando que fosse lida em um ambiente favorável e em espírito de oração;

Ao longo de sua vida, Ellen White produziu um vasto corpo literário, quase 24 mil páginas de livros e mais de 4.500 artigos. Esses escritos oferecem orientação doutrinária, encorajamento espiritual e conselhos práticos, moldando as crenças e as práticas da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Assim como escritores inspirados da Bíblia, Ellen White teve assistentes literários. Eles realizavam o trabalho que se espera de editores: auxiliavam a autora a expressar com clareza sua mensagem, sem acrescentar pensamentos próprios. Não eram “escritores-fantasmas” nem coautores. Seu trabalho dependia inteiramente do material produzido pela própria Ellen White, escrito ou oral.

Ellen White citou e adaptou materiais de outras fontes para auxiliar na apresentação de suas mensagens. Ao recomendar alguns livros que utilizava, não pretendia enganar ninguém nem prejudicar outros autores, mas reconhecia que, em certos trechos, eles haviam encontrado expressões adequadas para transmitir verdades que ela desejava comunicar.

Quanto a discrepâncias ou imprecisões, ela declarou: “Com relação à infalibilidade, nunca a pretendi. Unicamente Deus é infalível” (ME, vol. 1, p. 30).

A humanidade de Ellen White não foi anulada por seu chamado. Como nós, ela cresceu e amadureceu ao longo da vida e esse crescimento e amadurecimento se revelam em seus escritos.

Ela corrigiu os que imaginavam que cada palavra sua vinha diretamente do Céu: “Há momentos, porém, em que devem ser declaradas coisas comuns. [...] Essas palavras e informações não são dadas sob inspiração especial do Espírito de Deus” (ME vol. 3, p. 48).

Apesar do desgaste emocional e físico, Ellen White permaneceu fiel ao seu chamado, expressando com frequência o profundo peso pessoal que sentia ao transmitir mensagens difíceis, mas sempre comprometida com sua missão de orientar a igreja segundo a vontade de Deus.

Louvo a Deus pelas maravilhosas lições que podemos aprender de Sua Palavra e é por isso que sou apaixonado pela Escola Sabatina! #lesadv


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