Comentários da Lição da Escola Sabatina

"Cristo em Filipenses e Colossenses"

Primeiro Trimestre de 2026


Lição 9 – Reconciliação e esperança

Destaques do Pastor Eber Nunes #?lesadv

Os pais de Elizabeth desaprovavam tão fortemente seu casamento que a deserdaram. Quase toda semana, Elizabeth escrevia cartas de amor para sua mãe e seu pai, pedindo uma reconciliação. Eles nunca a responderam. Após 10 anos escrevendo cartas, Elizabeth recebeu uma grande caixa pelo correio. Ela a abriu. Para sua tristeza e desgosto, a caixa continha todas as suas cartas aos pais. Nenhuma delas havia sido sequer aberta. Hoje, essas cartas de amor estão entre as mais belas da literatura clássica inglesa. Se seus pais tivessem aberto e lido apenas algumas delas, uma reconciliação poderia ter sido realizada. A Bíblia é a carta de reconciliação de Deus para conosco.

Reconciliados de obras más

“Aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas” (Cl 1:19 e 20).

• Paulo, na carta aos Colossenses, nos ensinou que temos todas as coisas em Cristo. Jesus é nosso Criador e Redentor. Ele é o Cabeça da igreja, o Princípio e o Primogênito dentre os mortos, o que resulta em Sua primazia em todas as coisas (Cl 1:18). Jesus é Deus, e Ele faz o que faz porque Ele é quem Ele é. Sendo plenamente Deus, Ele pode criar e redimir;

• Deus Se agradou de duas coisas: (1) que em Jesus residisse toda a Sua plenitude e (2) que, por meio de Jesus, todas as coisas fossem reconciliadas com Ele;

• A palavra reconciliação é composta pelo prefixo ‘re’ (repetir, refazer) e do substantivo feminino ‘conciliação’ que primordialmente significa pacificar, terminar um litígio;

• A palavra grega ‘apokatalassein’, “reconciliação”, significa mudar da inimizade para amizade, ou voltar para um estado do qual a pessoa se separou;

• Há uma profunda necessidade de reconciliação entre Deus e o homem, o pecado o afastou de Deus. O homem tornou-se inimigo de Deus e rebelde contra o Seu Criador. Sua alma está sem descanso, perturbada, solitária, vazia.

“Vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas” (Cl 1:20-22).

• A palavra grega traduzida como estranhos (apellotriomenous) significa literalmente “transferido para outro dono”. De fato, com o pecado passamos por uma transferência de propriedade, o pecado mudou nosso representante, afetou nossas mentes e comportamentos. Por pertencermos à linhagem de Adão, nascemos estrangeiros diante de Deus.

“Vos reconciliou” (Cl 1:20-22).

• Deus tomou a iniciativa da reconciliação. Não é o homem quem busca a Deus, é Deus quem busca o homem (Gn 3:9; 2Co 5:18);

• Em Gálatas 4:4 e 5, Paulo utilizou a linguagem da adoção para se referir à iniciativa divina em nos reconciliar Consigo mesmo. Como João declarou com eloquência: “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (1Jo 4:19).

“Reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte” (Cl 1:20-22).

• A expressão: “corpo da sua carne”, enfatiza que isso aconteceu por causa de algo que ocorreu a um homem real em uma cruz real;

• A reconciliação se tornou possível por meio da morte de Cristo (Rm 5:6; 2Co 5:21; Cl 1:20; Ef 2:13, 16; etc.) e resultou em paz com Deus (Ef 2:14-19). Visto que fomos adotados como filhos de Deus (Rm 8:15; Gl 3:26; 4:4-6; 1Jo 3:1, 2), nosso status elevado, pela fé em Cristo, passou a nos garantir acesso a Ele (Rm 5:2; Ef 2:18; 3:12; Hb 10:19-22);

• O sangue de Cristo é a fonte da reconciliação. Não fomos reconciliados com Deus por meio da vida de Cristo, de Seus ensinos nem mesmo de Seus milagres. Fomos reconciliados com Deus mediante a morte substitutiva de Cristo e o derramamento de Seu sangue. A fonte da qual dimana a reconciliação é a cruz de Cristo. Na cruz Deus puniu nossos pecados em Seu Filho (2Co 5:21). A cruz ocupa um lugar central no evangelho (1Co 1:21-23; Gl 1:19,20; 6:14). A cruz revela tanto a justiça quanto o amor de Deus. Deus é justo porque puniu nossos pecados, e é amor porque nos deu Seu Filho Unigênito para morrer em nosso lugar;

• Na cruz de Cristo, Deus mostrou Seu repúdio ao pecado e Seu amor ao pecador. O amor de Deus é eterno, imutável, incondicional e sacrificial. Ele ama infinitamente os objetos da Sua própria ira. Sendo nós filhos da ira, Ele nos amou com amor eterno. Sendo nós pecadores rebeldes, nos deu Seu Filho;

• É importante ressaltar que reconciliação universal não significa salvação universal. O universalismo, a crença de que todos os homens serão salvos, é um grave equívoco.

Três bênçãos gloriosas da reconciliação:

1- Quanto ao passado, temos paz com Deus (Cl 1:20). A palavra grega eirene, “paz”, significa mais do que um fim às hostilidades. Tem um conteúdo positivo e aponta para a presença de bênçãos positivas e espirituais, tanto individual quanto socialmente. Nossa relação com Deus foi restaurada. Não há mais barreira entre nós e Deus (Rm 5:1). Fomos justificados, a inimizade foi tirada, o muro da separação foi quebrado e a condenação, cancelada (Rm 8:1). Estamos quites com a lei e com a justiça de Deus. Toda a justiça de Cristo foi imputada a nós (2Co 5:21). Temos, agora, paz com Deus, a paz de Deus e o Deus da paz;

2- Quanto ao presente, temos vida de santidade (Cl 1:22). Deus não apenas nos reconciliou consigo por meio de Cristo, mas nos deu nova vida. A finalidade da reconciliação é a santidade;

3- A reconciliação corrige uma alienação passada (Cl 1:21), oferece-nos bênçãos presentes (Cl 1:22) e garante-nos a glorificação futura (Cl 1:23). A esperança do evangelho é a esperança da glória (Cl 1:5; 1:27; Jo 17:24). Evangelho sem escatologia não é evangelho. A esperança do evangelho é a “bendita esperança” da volta de nosso Senhor (Tt 2:13).

Se permanecer na fé

“Se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho” (Cl 1:23).

• Nenhuma pessoa pode ter segurança de que foi reconciliada com Deus se está vivendo na prática do pecado;

• Deus não nos salva no pecado, mas do pecado;

• A reconciliação exige lealdade;

• O primeiro alicerce de nossa vida espiritual é a fé. Permanecer nela garante nossa vitória. Devemos cuidar para não sermos enredados pelas novas versões do cristianismo. O segredo é o apego ao “evangelho que vocês ouviram”, a lealdade às origens espirituais. Como filhos de Deus, não devemos nos impressionar com os que recuam ou apostatam, pois nós “não somos dos que retrocedem para a perdição, mas somos da fé, para a preservação da alma” (Hb 10:39). A reconciliação é um traslado do reino das trevas para o reino da luz, da escravidão para a liberdade, do pecado para a santidade, da morte para a vida;

• O segundo alicerce mencionado no texto é a esperança do evangelho. No 1º capítulo de Colossenses, Paulo já havia falado sobre ela. No verso 5, ele falara “da esperança que está guardada para vocês nos céus” e, no verso 12, havia se referido à “herança dos santos na luz”. Essa esperança é a volta de Cristo a este mundo com tudo aquilo que vamos começar a receber a partir de então.

Fé e esperança são virtudes cristãs que andaram sempre juntas (1Co 13:13; Gl 5:5; 1Ts 1:3; 5:8; 1Pe 1:21).

O plano eterno de Deus

“Agora, me regozijo nos meus sofrimentos por vós; e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja” (Cl 1:24 e 25).

• Sofrimento e alegria parecem ser coisas mutuamente excludentes. É quase inconcebível a mente pós-moderna aceitar a ideia de alegria no sofrimento;

• Paulo é um cristão e não masoquista. Então, por que ele se alegra no sofrimento?

• Paulo escreveu esta carta de uma prisão romana. Ele podia ver que seus sofrimentos estavam contribuindo para o bem de outros;

• Paulo estava preso, mas o evangelho estava livre.

“Preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne” (Cl 1:24 e 25).

• As “aflições” de Cristo mencionadas por Paulo não correspondem aos seus sofrimentos expiatórios, esse foi completo, não pode ser completado (Hb 10);

• Paulo está falando das aflições relacionadas ao testemunho cristão. Aflições relacionadas às perseguições que ele suportou por Cristo;

• As aflições de Cristo são a herança do cristão;

• A igreja não é mais fiel por ser perseguida, porém é mais perseguida por ser mais fiel;

• Embora Cristo não esteja mais presente fisicamente no mundo, as aflições como setas destinadas a Ele cravam-se em seus seguidores, nesse sentido, todo verdadeiro cristão está sofrendo em seu lugar essas aflições de Cristo;

• Paulo se sentia privilegiado em sofrer por Cristo;

• Somente alguém que entende que nossas aflições neste mundo são apenas uma dor momentânea, quando comparadas ao “eterno peso de glória, acima de toda comparação”, que Deus está preparando para nós (2Co 4:17), consegue se alegrar nelas.

“Me tornei ministro de acordo com a dispensação da parte de Deus, que me foi confiada a vosso favor, para dar pleno cumprimento” (Cl 1:24 e 25).

• Paulo sabia que seu ministério não era um fim em si mesmo. Ele era apenas um participante em um plano muito maior;

• Deus chamou muitos personagens ao longo dos séculos para desempenhar seu papel na história da redenção;

• José não percebeu, a princípio, que Deus estava guiando os acontecimentos para preservar o povo por meio do qual o Messias prometido viria. No entanto, foi exatamente isso que Deus estava orquestrando. A caminho do Egito, “Por algum tempo, José entregou-se a uma dor e pesar incontidos. Mas, na providência de Deus, mesmo esta experiência seria uma bênção para ele. Aprendeu em poucas horas o que de outra maneira anos não lhe poderiam ter ensinado” (PP, 180). Por fim, os anos ensinaram a José que Deus estava conduzindo todos os eventos “para salvar a vida de muitos” (Gn 50:20);

• À luz da narrativa bíblica mais ampla, a história de Rute mostrou que Deus estava agindo, mesmo quando parecia não estar. Rute desempenhou um papel importante ao se tornar bisavó de Davi, o grande rei de Israel (Rt 4:13, 21, 22). Ela foi apenas uma personagem em uma história muito maior. Deus fez uma aliança com Davi ao prometer que levantaria a sua descendência depois dele e “estabeleceria para sempre o trono do seu reino” (2Sm 7:12, 13). Essa promessa se cumpriu, em última instância, em Jesus, o Filho de Davi no contexto escatológico (Mt 1:1).

Deus está conduzindo todos os eventos na Terra para o cumprimento de Seu propósito eterno em Jesus Cristo! Esse propósito é o mistério que estava oculto (Cl 1:26).

O mistério de Deus é revelado

“O mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações; agora, todavia, se manifestou aos seus santos; aos quais Deus quis dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, isto é, Cristo em vós” (Cl 1:26 e 27).

Em português, um mistério é algo sombrio, obscuro, secreto, intrigante e o que é ‘misterioso’ é inexplicável, até mesmo incompreensível. A palavra grega ‘mysterion’ é diferente, significa uma verdade até então escondida do conhecimento ou entendimento humano, porém agora descoberta pela revelação de Deus.

No AT:

• Mistério (raz) significa ‘ocultar’, ‘manter um segredo’. Essa palavra é usada várias vezes em Daniel (Dn 2:18,19,27,28,29,30,47; 4:9).

Nos Evangelhos Sinóticos:

• Mistério é uma percepção espiritual obtida das parábolas de Jesus (Mt 13:11; Mc 4:11; Lc 8:10).

No Apocalipse:

• Mistério é usado para o significado dos símbolos apocalípticos (Ap 1:20; 10:7; 17:5, 6).

Nos Escritos de Paulo está a maior parte do uso da palavra mistério no NT. Para o apóstolo mistério é:

• Um endurecimento parcial de Israel para permitir que os gentios fossem incluídos na aliança (Rm 11);

• O evangelho feito conhecido para as nações, contando-lhes que todos foram incluídos em Cristo e através de Cristo (Rm 16:25; Cl 2:2);

• A agregação de todas as coisas em Cristo (Ef 1:8-11);

• O fato de gentios e judeus serem co-herdeiros da mesma promessa (Ef 2:11-3:13);

• A intimidade do relacionamento entre Cristo e a Igreja descritos em termos de casamento (Ef 5:22-33);

• O Anti-Cristo do fim dos tempos (2ª Ts 2:1-11);

• Mistério serão os novos corpos dos crentes na 2ª vinda (1ª Co 15; 1ª Ts 4:13-18).

Em Colossense 1, Paulo anuncia aos irmãos de Colossos que aquele “mistério que esteve oculto”, “agora, foi manifesto aos seus santos” (Cl 1:26). Em Romanos 16, o apóstolo fala da “revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto” (Rm 16:25 e 26). E em 1ª Coríntios 2, Paulo reforça essa ideia quando se refere à “sabedoria de Deus, oculta em mistério”. “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus nos revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” (1ª Cor 2:7-10).

De forma geral, podemos dizer que na Bíblia, um ‘mistério’ é:

• O conhecimento que só Deus tem e que só Ele pode revelar quando, para quem e como desejar. Esse tipo de mistério geralmente é revelado em algum momento, a algum grupo específico que se interessar em saber dele (Ap 1:20; 2ª Ts 2:7; 1ª Cor 15:51);

• Relacionado ao plano de salvação a todas as nações desenhado por Deus através de Jesus Cristo (Ef 3:3). O AT já falava sobre a inclusão dos gentios no povo de Deus, por exemplo, quando Deus disse a Abraão que através dele todas as famílias da terra seriam abençoadas (Gn 12:3). Mas como isso seria feito era um mistério de Deus, que foi revelado aos apóstolos e profetas após Cristo;

• Aponta para coisas desconhecidas (secretas), que podem permanecer desconhecidas dos seres humanos, ou podem ser reveladas por Deus (Mt 13:11). Muitos ouviam as parábolas e não entendiam e não desejavam entendê-las. Para esses, tudo permanecia um mistério. Mas para os servos de Deus, aqueles interessados nos ensinos do mestre, os mistérios do que Deus estava ensinando seriam revelados. Aqui nessa categoria ainda podemos incluir, por exemplo, os famosos sonhos citados na Bíblia e depois revelados pelos servos de Deus. O faraó do Egito sonhou um grande mistério e este foi revelado por Deus a José do Egito que o comunicou (Gn 41:25-32). Podemos também lembrar de uma mão que apareceu e escreveu palavras misteriosas na parede, diante do rei Belsazar. Somente Daniel conseguiu revelar o mistério das palavras escritas ali (Dn 5:1-31).

“O mistério que estivera oculto dos séculos” (Cl 1:26 e 27).

• Há aspectos do plano de Deus que não foram claramente revelados no AT, como o plano de formar um só corpo com judeus e gentios, retirados da ‘raiz’ de Israel. Paulo fora honrado em ser um dos que compreenderam este mistério e que contribuiu fortemente para que o mundo compreendesse (Ef 3:3).

O poder do evangelho

“O qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo” (Cl 1:28 e 29).

• Quando Paulo compreendeu o mistério de que de gentios e judeus eram co-herdeiros da promessa feita a Abraão (Ef 2:11) ele tomou 3 atitudes:

1- Ele anunciaria a Cristo. Paulo nas suas cartas abordou o perigo do mordomo anunciar a si mesmo, ou seja, reivindicar para si próprio algum direito ou privilégio;

2- Ele advertiria a todo homem. As pessoas precisam ser advertidas sobre os riscos da vida cristã e as mentiras do inimigo;

3- Ele ensinaria a todo homem com toda sabedoria. O ensino desempenha um papel extremamente significativo em Colossenses, ele é usado no sentido pastoral ético como função dos cristãos nos seus tratos mútuos, não basta advertir as pessoas, também devemos ensinar a elas as verdades positivas da palavra de Deus. Os cristãos recém-convertidos precisam ser ensinados; eles precisam aprender sobre a doutrina. A vida de Paulo não ensina sobre um sistema, mas sobre uma pessoa, o ensino de Paulo não era apenas teórico, mas sobretudo prático.

O objetivo final de Paulo no desenvolvimento da sua tarefa era apresentar todo homem perfeito em Cristo. A palavra perfeito (teleios) não significa sem pecado. Significa maduro em contraste com imaturo, perfeito em Cristo quer dizer amadurecido em caráter e personalidade, tendo Cristo como supremo modelo.

“Para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível” (Cl 1:28 e 29).

• A palavra “esforçando-me” faz parte do vocabulário atlético e se refere ao esforço vigoroso de um corredor para vencer a corrida. Essa ilustração atlética enfatizou o trabalho missionário de Paulo com todo o seu esforço, sua exigência incansável e suas lutas contra todos os tipos de oposição.

Conclusão

O crescimento espiritual envolve pelo menos 3 aspectos.

1- Devemos crescer na fé. Ao escrever aos coríntios, Paulo deixou claro que esperava que a fé deles aumentasse (2Co 10:15). De modo semelhante, em 2 Tessalonicenses 1:3, Paulo agradeceu a Deus pelos tessalonicenses, porque a fé deles crescia “cada vez mais”;

2- Devemos crescer no conhecimento. Pedro apela para que cresçamos “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 3:18; 2Pe 1:3). Da mesma forma, Paulo exortou os colossenses a “viver de modo digno do Senhor” e a crescer “no conhecimento de Deus” (Cl 1:10);

3- Devemos crescer no amor. Por isso, em 1 Tessalonicenses 3:12, Paulo expressou seu desejo para com eles: “E o Senhor faça com que cresça e aumente o amor de uns para com os outros e para com todos, como também o nosso amor por vocês” (Fp 1:9).

É evidente que o crescimento espiritual vem de Deus. Os crentes são chamados a crescer “com o crescimento que vem de Deus” (Cl 2:19; Fp 1:6; 1Co 3:6, 7; 2Co 9:10).

Louvo a Deus pelas maravilhosas lições que podemos aprender de Sua Palavra e é por isso que sou apaixonado pela Escola Sabatina! #lesadv

Pastor Eber Nunes

Retornar Para a Página Principal